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6 de Junho de 2020
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    Marcus Vinicius defende posição histórica da OAB em honorários do CPC

    Brasília O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado, defendeu nesta terça-feira (26) a fixação pelo novo Código de Processo Civil (CPC) de honorários advocatícios de sucumbência (aqueles pagos à parte vencedora pela parte perdedora) de 10% a 20%, nas causas contra a Fazenda Pública Nacional. Ele defendeu essa faixa percentual de honorários como posição histórica da OAB, ao participar na Câmara dos Deputados de uma rodada de negociações com o presidente da Comissão Especial que examina o novo CPC, deputado Fábio Trad (PMDB-MS), e o relator da matéria, deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

    Participaram também das discussões os conselheiros federais da OAB Felipe Sarmento (Alagoas) e Gedeon Pitaluga Júnior (Tocantins); o advogado-geral da União (AGU) substituto, Fernando Luiz Albuquerque Faria, além de integrantes do grupo de trabalho de representantes do governo federal e de diversas entidades, para buscar um consenso em torno da definição dos honorários. O relator do CPC, deputado Paulo Teixeira, afirmou que é sua expectativa chegar a esse consenso nos próximos dias. O novo CPC foi proposto em 2009 ao Senado, onde já foi aprovado, por uma comissão de juristas chefiada pelo atual ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux.

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